CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA
Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.
Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos, ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias. Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.
Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.
Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.
Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:
"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais"
Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!
É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.
SOMOS UM POVO DA FLORESTA!
segunda-feira, 31 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
UMBIGO
O teu querido umbiguinho
Doce ninho do meu beijo
Capital do meu Desejo,
Em suas dobras misteriosas,
Ouço a voz da natureza
Num eco doce e profundo,
Não só o centro de um corpo,
Também o centro do mundo!
Doce ninho do meu beijo
Capital do meu Desejo,
Em suas dobras misteriosas,
Ouço a voz da natureza
Num eco doce e profundo,
Não só o centro de um corpo,
Também o centro do mundo!
MÁRIO QUINTANA
quinta-feira, 20 de março de 2008
Rota 66 - A História da Polícia que Mata (Caco Barcellos)
Perseguição contínua
Lísye Rizziolli
http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/cultura/dquint/cultura2.htm
Brasil o retrato de 55 mil crimes de morte por ano. Vítimas desarmadas, indefesas, apavoradas com a perseguição policial, amedrontadas com os tiros inconseqüentes disparados e, enfim, mortas, com requintes de crueldade, já que o número dos disparos foi muito além do necessário para o homicídio. É esse cenário que o jornalista Caco Barcellos propõe-se a reconstruir, em Rota 66 - A História da Polícia que Mata.
A Polícia Militar de São Paulo foi responsável por 12 mil mortes inocentes. E, por mais incrível que pareça, 97% das pessoas encarceradas e torturadas brutalmente têm um rendimento inferior a 50 reais.
Foi estimado também, entre (1970 a 1992, data da primeira publicação do livro Rota 66) um saldo de 7.500 vítimas. Atualmente, este é um número de suma importância, que supera o número de soldados brasileiros mortos na Segunda Guerra Mundial (foram 454) e as vítimas da Guerra dos Farrapos (cerca de mil).
Pode se acreditar nisto? Polícia Militar matando pessoas por desconfiar que são bandidos? Sem contar que as vítimas, em geral, são pessoas pobres, negras ou pardas e com nenhum envolvimento com o crime.
O porquê dessas mortes ficou sem explicação até hoje. A época da ditadura foi terrível por tal brutalidade e puro prazer em fazer simples cidadãos morrerem.
Para muitos, a sucessão dos tiros era para fazer sofrer, para o fuzilamento ter um sentido exemplar. Com certeza só podia ser fruto de uma mentalidade doentia e violenta, de policiais que se mostravam indignos da própria farda.
A obra de Caco Barcellos foi de suma importância, esclarecendo às pessoas o que realmente aconteceu com o povo brasileiro diante da ditadura. "Eu gostaria que o livro Rota 66 fosse uma página virada. Infelizmente, eles continuam agindo de forma semelhante. Ainda não é uma página virada", afirma Barcellos.
Lísye Rizziolli
http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/cultura/dquint/cultura2.htm
Brasil o retrato de 55 mil crimes de morte por ano. Vítimas desarmadas, indefesas, apavoradas com a perseguição policial, amedrontadas com os tiros inconseqüentes disparados e, enfim, mortas, com requintes de crueldade, já que o número dos disparos foi muito além do necessário para o homicídio. É esse cenário que o jornalista Caco Barcellos propõe-se a reconstruir, em Rota 66 - A História da Polícia que Mata.
A Polícia Militar de São Paulo foi responsável por 12 mil mortes inocentes. E, por mais incrível que pareça, 97% das pessoas encarceradas e torturadas brutalmente têm um rendimento inferior a 50 reais.
Foi estimado também, entre (1970 a 1992, data da primeira publicação do livro Rota 66) um saldo de 7.500 vítimas. Atualmente, este é um número de suma importância, que supera o número de soldados brasileiros mortos na Segunda Guerra Mundial (foram 454) e as vítimas da Guerra dos Farrapos (cerca de mil).
Pode se acreditar nisto? Polícia Militar matando pessoas por desconfiar que são bandidos? Sem contar que as vítimas, em geral, são pessoas pobres, negras ou pardas e com nenhum envolvimento com o crime.
O porquê dessas mortes ficou sem explicação até hoje. A época da ditadura foi terrível por tal brutalidade e puro prazer em fazer simples cidadãos morrerem.
Para muitos, a sucessão dos tiros era para fazer sofrer, para o fuzilamento ter um sentido exemplar. Com certeza só podia ser fruto de uma mentalidade doentia e violenta, de policiais que se mostravam indignos da própria farda.
A obra de Caco Barcellos foi de suma importância, esclarecendo às pessoas o que realmente aconteceu com o povo brasileiro diante da ditadura. "Eu gostaria que o livro Rota 66 fosse uma página virada. Infelizmente, eles continuam agindo de forma semelhante. Ainda não é uma página virada", afirma Barcellos.
quarta-feira, 19 de março de 2008
DEIXA-ME SEGUIR PARA O MAR

Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como
evocar-se em fantasma... Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...
Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar,
as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...
toda a tristeza dos rios
é não poderem parar!
evocar-se em fantasma... Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...
Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar,
as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...
toda a tristeza dos rios
é não poderem parar!
MÁRIO QUINTANA
domingo, 16 de março de 2008
N U M E R O L O G I A I I
Seu desafio é conhecer, estudar, analisar. Você não consegue se conformar somente com o que está vendo, com os fatos. Deve buscar explicações mais profundas, escondidas. Você deve buscar conhecer-se e usar sua intuição para encontrar seu caminho. Deve compartilhar com os outros as suas descobertas.
Você é especialmente reservado e analítico. Sua grande força é sua profundidade de pensamento. Você armazena conhecimento de praticamente cada fonte que encontra. Inteligente, metódico e estudioso as questões espirituais o atraem. Quando criança, pode ter passado longo tempo sozinho, isolando-se dos outros, introspectivo, dando a impressão de ter dificuldade de entrosamento. Mas estava sempre observando tudo e todos.
Você precisa de momentos de quietude para estar com seus próprios pensamentos e sonhos internos. Você não gosta de multidões, de ruído e de confusão. Necessita de períodos para refletir e buscar respostas para aquilo que considera importante. Você é muito exigente em seu trabalho. Perfeccionista, espera dos demais o mesmo nível de desempenho. A estabilidade nos sentimentos pode ser difícil para você.
Os aspectos negativos deste número são o isolamento excessivo, o que acaba dificultando os relacionamentos. Excesso de critica e exigência pode também afastar as pessoas e torná-lo descontente, fora do mundo. A insegurança e o sentimento de solidão o fragilizam. O importante é conhecer, ter fé, acreditar em si mesmo, para poder abandonar o medo.
Você é especialmente reservado e analítico. Sua grande força é sua profundidade de pensamento. Você armazena conhecimento de praticamente cada fonte que encontra. Inteligente, metódico e estudioso as questões espirituais o atraem. Quando criança, pode ter passado longo tempo sozinho, isolando-se dos outros, introspectivo, dando a impressão de ter dificuldade de entrosamento. Mas estava sempre observando tudo e todos.
Você precisa de momentos de quietude para estar com seus próprios pensamentos e sonhos internos. Você não gosta de multidões, de ruído e de confusão. Necessita de períodos para refletir e buscar respostas para aquilo que considera importante. Você é muito exigente em seu trabalho. Perfeccionista, espera dos demais o mesmo nível de desempenho. A estabilidade nos sentimentos pode ser difícil para você.
Os aspectos negativos deste número são o isolamento excessivo, o que acaba dificultando os relacionamentos. Excesso de critica e exigência pode também afastar as pessoas e torná-lo descontente, fora do mundo. A insegurança e o sentimento de solidão o fragilizam. O importante é conhecer, ter fé, acreditar em si mesmo, para poder abandonar o medo.

Eu Nunca Disse Adeus
Capital Inicial
Composição: Dinho Ouro-Preto / Alvin L.
Capital Inicial
Composição: Dinho Ouro-Preto / Alvin L.
Eu não sei o que eu tô fazendo
Mas, eu tenho que fazer
Aquela noite que eu te conheci
Eu acho, que nunca vou esquecer...
Um momento, quase perfeito
Inocente em seus defeitos
Tudo que é bom dura pouco
E não acaba cedo...
Agora, pra sempre
Foi embora
Mas eu nunca disse adeus
Agora, pra sempre
Foi embora
Mas eu nunca disse...
Eu disse vambora
Tô meio tonto
Preciso respirar lá fora
Me leve para a sua casa
Eu quero dormir
Onde você mora
Eu passando mal
E você ria
Tanto barulho
Eu não entendia
Mas concordava sem saber
Com tudo o que você dizia
Se me pedisse
Pra pular de um prédio
Eu diria sim
Qualquer coisa
Pra você gostar de mim
Agora, pra sempre
Foi embora
Mas eu nunca disse adeus
Agora, pra sempre
Foi embora
Mas eu nunca disse...
Eu perdi o rumo
E comecei a delirar
Acho que prometi até parar
De beber e de fumar
De repente a noite acaba
E todo mundo some
E me lembrei
Que eu esqueci
De perguntar o seu nome
Sem endereço nem direção
Por onde começar
Qualquer coisa pra poder
Te encontrar...
Agora, pra sempre
Foi embora
Mas eu nunca disse adeus...
Eu não como, eu não rio
Eu não sei o que é adormecer
Me desculpe se eu fechar os olhos
E desaparecer....
sábado, 15 de março de 2008
Ponto de Equilibrio

Ditadura da Televisão
Ponto de Equilíbrio
Composição: Lucas Kastrup / Diogo Viana
Composição: Lucas Kastrup / Diogo Viana
Na infância você chora, te colocam em frente da TV
Trocando as suas raízes por um modo artificial de se viver.
Ninguém questiona mais nada, os homens do “poder” agora contam sua piada
Onde só eles acham graça, abandonando o povo na desgraça
Vidrados na tv, perdendo tempo em vão
Ditadura da televisão, ditando as regras, contaminando a nação!
O interesse dos “grandes” é imposto de forma sutil
Fazendo o pensamento do povo se resumir a algo imbecil:
Fofocas, ofensas, pornografias
Pornografias, ofensas, fofocas
Futilidades ao longo da programação
Ditadura da televisão, ditando as regras, contaminando a nação!
Numa manhã de Sol, ao ver a luz
Você percebe que o seu papel é resistir, não é?
Mas o sistema é quem constrói as arapucas
E você está prestes a cair
Da infância a velhice, modo artificial de se viver
Alienação, ainda vivemos aquela velha escravidão.
Ditadura da televisão, ditando as regras, contaminando a nação!
sexta-feira, 14 de março de 2008
Lenda do Negrinho


PENSANDO EM NOSSA SENHORA
SAIU DEPOIS DE PERDER A CARREIRA
E AS MILES DE ONÇA PROVIZINDÁRIO
FICOU VAZIA A GUAIACA
FINCOU O NEGRO NA ESTACA
ENTRE AS AVES AGOEIRAS
CAMPO - FORA
UMA VELA NAS MÃO
A GUIAR OS PÉS DO NEGRINHO
TENTANDO CAMPEAR UM CAMINHO
E GRACIAS A UM CLARÃO
BOMBEOU NO ALTO DA COXILHA
PASTANDO A BELA TROPILHA
E AO RECULUTAR SEM RODEIO
TROUXE DE VOLTA AO PASTOREIO
MAS O CULPADO DA MAL CRIAÇÃO
FOI O FILHO DO PATRÃO
UM VERDADEIRO LACAIO
QUE NOVAMENTE ESPANTOU O BAIO
SEGUNDO JOÃO SIMÕES
NEM SE QUER AS CONFISSÕES
LIVROU O PELEGO
DO GURIZITO CAMPEIRO
DA BOCA DO FORMIGUEIRO
E DALI EM DIANTE
POR TRÊS SEGUIDAS NOITE
RONDAVA O SONO
UM SONHO DE CERRAÇÃO
E QUANDO VIU QUE ASSOMBRAÇÃO
VIVO O ESCRAVO ENTRE TRINTA TORDILHO
CAIU LOGO DE JOELHO
IMPLORANDO SEU PERDÃO
MAS DE EM PÊLO MONTOU NO PINGO
E SAIU BATENDO NA MARCA
AGARRADITO NAS CRINA
SEM ESPORA NOS GARRÃO
VIROU SANTO DE QUALQUER CRISTÃO
QUE PERDESSE O QUE ERA DE APEGO
MAS TEM UM PORÉM!
QUE A HISTÓRIA NÃO DESTACA
QUE O HOMEM POR ALGUÉM
FOI POR VIL DEGOLADO
PELA PRÓPRIA FACA
QUE SERVIA NAS CARNEADA
NAS LIDES DESTA ALMA PENADA
E AO FINDAR ESTE CONTO
QUEM CONTAR AUMENTE UM PONTO
É A MAIS GUAPA DAS LENDA
ESCRITA NO MEU RINCÃO
É CONTEDA NAS FAZENDA
AO PÉ DO FOGO DE CHÃO
DAQUELAS DE URIÇA O TOSO
ENFARTAR O CORAÇÃO
SE O MATE DO JOÃO CARDOSO
DEMORA MAIS UM TEMPÃO.
GUILHERME MORALLES
SAIU DEPOIS DE PERDER A CARREIRA
E AS MILES DE ONÇA PROVIZINDÁRIO
FICOU VAZIA A GUAIACA
FINCOU O NEGRO NA ESTACA
ENTRE AS AVES AGOEIRAS
CAMPO - FORA
UMA VELA NAS MÃO
A GUIAR OS PÉS DO NEGRINHO
TENTANDO CAMPEAR UM CAMINHO
E GRACIAS A UM CLARÃO
BOMBEOU NO ALTO DA COXILHA
PASTANDO A BELA TROPILHA
E AO RECULUTAR SEM RODEIO
TROUXE DE VOLTA AO PASTOREIO
MAS O CULPADO DA MAL CRIAÇÃO
FOI O FILHO DO PATRÃO
UM VERDADEIRO LACAIO
QUE NOVAMENTE ESPANTOU O BAIO
SEGUNDO JOÃO SIMÕES
NEM SE QUER AS CONFISSÕES
LIVROU O PELEGO
DO GURIZITO CAMPEIRO
DA BOCA DO FORMIGUEIRO
E DALI EM DIANTE
POR TRÊS SEGUIDAS NOITE
RONDAVA O SONO
UM SONHO DE CERRAÇÃO
E QUANDO VIU QUE ASSOMBRAÇÃO
VIVO O ESCRAVO ENTRE TRINTA TORDILHO
CAIU LOGO DE JOELHO
IMPLORANDO SEU PERDÃO
MAS DE EM PÊLO MONTOU NO PINGO
E SAIU BATENDO NA MARCA
AGARRADITO NAS CRINA
SEM ESPORA NOS GARRÃO
VIROU SANTO DE QUALQUER CRISTÃO
QUE PERDESSE O QUE ERA DE APEGO
MAS TEM UM PORÉM!
QUE A HISTÓRIA NÃO DESTACA
QUE O HOMEM POR ALGUÉM
FOI POR VIL DEGOLADO
PELA PRÓPRIA FACA
QUE SERVIA NAS CARNEADA
NAS LIDES DESTA ALMA PENADA
E AO FINDAR ESTE CONTO
QUEM CONTAR AUMENTE UM PONTO
É A MAIS GUAPA DAS LENDA
ESCRITA NO MEU RINCÃO
É CONTEDA NAS FAZENDA
AO PÉ DO FOGO DE CHÃO
DAQUELAS DE URIÇA O TOSO
ENFARTAR O CORAÇÃO
SE O MATE DO JOÃO CARDOSO
DEMORA MAIS UM TEMPÃO.
GUILHERME MORALLES
Grandes Gaúchos...
Guardo, inteira, em mim, a casa que mandei um dia pelos ares
E a reconstruo em todos os detalhes, intactos e implacáveis.
Adriana Calcanhoto
E a reconstruo em todos os detalhes, intactos e implacáveis.
Adriana Calcanhoto
quinta-feira, 13 de março de 2008
M A N D A L A

Mandala é círculo mágico;
Mandala é ponte para dimensões superiores;
Mandala é caminho a percorrer;
Mandala nos revela nosso eu;
Mandala nos leva ao nosso centro;
Mandala nos leva a nossa essência;
Mandala nos leva a fonte divina;
Mandala é energia e movimento;
Mandala é totalidade, integração e harmonia;
Mandala é o começo, o percorrer, o fim e o começo;
Mandala é morte e renascimento
segunda-feira, 10 de março de 2008
N U M E R O L O G I A

Número 7 (Verônica) com número 9 (Maurício)
Vocês dois são perfeitamente compatíveis, mas a pessoa 7 vai sempre receber mais amor do que dar. Essa é a vontade da pessoa 9 Ela se entrega com muita emoção. Esta relação vai depender da intuição do 7 e do amor do 9.
As viagens serão sempre uma maneira de vocês se dedicarem ao que mais gostam de fazer: conhecer, pesquisar, analisar.
terça-feira, 4 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
S A U D A D E I I I . . . e chega!!!
T A R O T (16.02)

Rainha de Espadas
Mantendo-se fiel aos próprios ideais
A Rainha de Espadas emerge do Tarot como arcano de aconselhamento neste momento de sua vida, Verônica.
A mensagem aqui é clara: seja fiel aos seus ideais, não se contente com pouco. Avalie criticamente o ambiente e corte todas as pessoas e situações que não servem mais em sua vida, sobretudo pessoas que você não avalia como construtivas, afinal todas as relações se pautam numa boa troca. É momento de você dar exemplo aos outros, através de sua lealdade, integridade e da capacidade de suportar eventuais sofrimentos sem se deixar abater. Você terá resistência emocional para lidar com algumas situações difíceis. Procure conversar com mulheres mais velhas que já passaram por coisas parecidas com aquelas que lhe incomodam.
Conselho: Mantenha seu nível de exigência alto, não se contente com pouco.
MáscaraPitty
Composição: Pitty
Diga!
Quem você é, me diga
Me fale sobre a sua estrada
Me conte sobre a sua vida
Tira!
A máscara
Que cobre o seu rosto
Se mostre e eu
Descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro
Jeito de ser
Ninguém merece
Ser só mais um bonitinho
Nem transparecer
Consciente ou inconseqüente
Sem se preocupar
Em ser adulto ou criança
O importante é ser você
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja bizarro,
Bizarro,
Bizarro.
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja
Tira!
A máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu
Descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro
Jeito de ser
Ninguém merece ser
Só mais um bonitinho
Nem transparecer
Consciente ou inconseqüente
Sem se preocupar em ser
Adulto ou criança
O importante é ser você
Mesmo que seja estranho
Seja você
Mesmo que seja bizarro
Bizarro,
Bizarro.
Meu cabelo não é igual
A sua roupa não é igual
Ao meu tamanho, não é igual
Ao seu caráter, não é igual
Não é igual, não é igual
Não é igual
I had enough of it
But l don't care
I had enough of it
But l don't care
I had enough of it
But l don't care
I had enough of it
But l don't care
domingo, 2 de março de 2008

Não Olhe Pra Trás
Capital Inicial
Composição: Alvin L. / Dinho Ouro Preto
Capital Inicial
Composição: Alvin L. / Dinho Ouro Preto
Nem tudo é como você quer
Nem tudo pode ser perfeito
Pode ser fácil se você
Ver o mundo de outro jeito...
Se o que é errado ficou certo
As coisas são como elas são
Sua inteligência ficou cega
De tanta informação...
Se não faz sentido
Discorde comigo
Não é nada de mais
São águas passadas
Escolha uma estrada
E não olhe
Não olhe prá trás...
Você quer encontrar a solução
Sem ter nenhum problema
Insistir e se preocupar demais
Cada escolha é um dilema...
Como sempre estou
Mais do seu lado que você
Siga em frente em linha reta
E não procure o que perder...
Se não faz sentido
Discorde comigo
Não é nada de mais
São águas passadas
Escolha uma estrada
E não olhe
Não olhe prá trás...
Como sempre estou
Mais do seu lado que você
Siga em frente em linha reta
E não procure o que perder...
Se não faz sentido
Discorde comigo
Não é nada de mais
São águas passadas
Escolha uma estrada
E não olhe
Não olhe prá trás...
A D O R O ! ! !
...praia, faça sol ou chuva
...os animais
...ficar em casa
...curtir o Maurício
...curtir o Maurício
...degustar a comida dele
...malzebier
...suco de uva
...sorvete de chocolate
...picolé de uva
...música
...cinema
...livros
...caminhar na praia
...andar de pés descalços
...dançar
...fazer amor
...beijar
...amar
...dormir na rede
...cuidar das plantas
...sushi
...sexta-feira
...tattoo
...piercing
...lua cheia
...astrologia
...arte
sábado, 1 de março de 2008
S A U D A D E I I . . .
...dos doces de Pelotas
...do gato menino
...de morar no Santinho
...da madoninha
...da faculdade
...do estágio de psiquiatria
...da minha vó Maria
...da minha dinda
...dos poucos amigos que ficaram em Pelotas
...de fazer tricô
...de brincar na rua
...de andar de bicicleta
...de acampar na roubada
...do toca discos (velha!!!)
...de andar a cavalo
...da casa da vó Zulmira (biza)
...de tomar banho no arroio
...de lavar roupa no tanque
...da Maria Helena (minha tartaruga)
...da minha psicóloga
...de andar de galocha
...da Lagoa dos Patos
...de voar de asa delta
...do Pretexto, Satolep, Rua XV
saudade, saudade... acho linda essa palavra!!!!
é isso...
A M O ! ! !

Dessa Vez
Nando Reis
Composição: Nando Reis
É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer
É bom olhar pra frente, é bom nunca é igual
Olhar, beijar e ouvir, cantar um novo dia nascendo
É bom e é tão diferente
Eu não vou chorar, você não vai chorar
Você pode entender que eu não vou mais te ver
Por enquanto, sorria e saiba o que eu sei eu te amo
É bom se apaixonar, ficar feliz, te ver feliz me faz bem
Foi bom se apaixonar, foi e é bom o que será?
Por pensar demais eu preferi não pensar demais
dessa vez..
Foi tão bom e porque será
Eu não vou chorar, você não vai chorar
Ninguém precisa chorar mas eu só posso te dizer
Por enquanto, que nessa linda estória os diabos são anjos
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